O cheiro bom de livro novo… :)

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Pra variar, sem diferença, todos são infanto-juvenis ou coisas do gênero.
Muita coisa pra ler, eu mais coleciono livros do que de fato leio todos.
Se eu fosse mesmo fazer uma lista de tudo o que pretendo ler, eu deveria abrir uma livraria, pra ler as cortesias de editoras… rs

Algumas fotos estão ruins, pq tirei com o meu celular.
Outras estão melhores, pq as do celular ficaram incompreensíveis e eu tive que baixar da internet as respectivas capas pra saberem do que estou falando. :P

Vamos à um breve resumo: :P

O destino do tigre

livro

É o livro final, de uma coleção (pra variar, adoro isso), que conta o desfecho da trama dos principes indianos amaldiçoados por um ganancioso (e maluco) bruxo do mau.
A narrativa é suave, do tipo romance, e não sai muito da linha da mocinha com problemas de auto-estima que se apaixona por um cara lindo e podre de rico.

A parte melhor da história são os ítens de cultura hindu, dos deuses e aventuras surreais, de terras encantadas, venenos e etc.
Muito bom.

Sinopse:

Com três profecias da deusa Durga solucionadas, agora resta apenas uma no caminho de Kelsey, Ren e Kishan para que a maldição seja quebrada. Mas o maior desafio do trio os aguarda: A busca pelo último presente de Durga – A corda de fogo – na Ilha Barren situadas na Baía de Bengala. Uma busca que ameaçará suas vidas. É uma corrida contra o tempo e o malvado feiticeiro Lokesh – neste ansiosamente aguardado quarto livro da série A Maldição do Tigre – colocará o bem contra o mal, testará laços de amor e lealdade, e , finalmente, revelará o verdadeiro destino do Tigre, de uma vez por todas.

Elantris

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Eu já andava desesperada por este livro desde que li a cortesia de lancamento que tem o primeiro capítulo.
Achei-o finalmente na Nobel, assim como todos os outros que coloquei aki, e me enchi de alegria. :)

Tramas familiares, traições, maldiçoes e mistério.
Tudo junto numa terra fantástica, com acontecimentos sobrenaturais, aventura, mistério e etc.

Sinopse:

Elantris era conhecida como a cidade dos deuses. Nela, uma benção chamada Shaod transformava as pessoas em semideuses. Porém, há dez anos, as coisas começaram a mudar e a magia transformou Elantris em uma cidade amaldiçoada, onde as pessoas tocadas pela Shaod se transfiguravam em seres sem vida e sem sentidos próprios. A maldição os tornava mortos-vivos e a cidade tornou-se um cemitério de zumbis.
O príncipe Raoden, de Arelon, foi um dos tocados pela maldição que o levou a viver, ou a tentar sobreviver, em meio à loucura e maldições da cidade caída que, desde a maldição, tornara-se um cemitério para os que foram amaldiçoados. Prestes a se casar com Sarene, filha do rei de um país vizinho de Arelon – uma mulher que nem chegou a conhecer pessoalmente, mas que, mesmo com um casamento politicamente forçado, passou a conviver por meio de cartas – o príncipe é dado como morto, uma situação que parece ser irremediável, mas que precisa de explicações. E são esses mesmos esclarecimentos que Sarene procura ao chegar em Arelon e descobrir que tornara-se viúva antes mesmo de conhecer seu marido. E a partir daí começa a entender que terá que tomar conta de tudo sozinha, principalmente de um homem chamado Hrathen, um dos mais poderosos nobres, que está disposto a substituir o rei Iadon, pai de Raoden, para poder converter o país à religião Shu Dereth.
Elantris, que intercala capítulos sobre Raoden, Sarene e Hrathen, é uma obra cheia de energia e histórias fantásticas que não permite que o leitor pense em outra coisa, senão, na cidade de Elantris e suas maldições.

Fantástico. :P

Morte Súbita

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Para um público adulto – calma, não é de sacanagem… rs

Sinopse: Quando Barry FairBrother morre inesperadamente aos quarenta e poucos anos, a pequena cidade de Pagford fica em estado de choque.
A aparência idílica do vilarejo, com uma praça de paralelepípedos e uma antiga abadia, esconde uma guerra. Ricos em guerra com os pobres, adolescentes em guerra com seus pais, esposas em guerra com os maridos, professores em guerra com os alunos… Pagford não é o que parece ser à primeira vista.
A vaga deixada por Barry no conselho da paróquia logo se torna o catalisador para a maior guerra já vivida pelo vilarejo. Quem triunfará em uma eleição repleta de paixão, ambivalência e revelações inesperadas?

Particularmente eu nada sei a respeito da história, mas ao ler a contra-capa me chamou muito a atenção.
Tenho um pequeno preconceito por ser a escritora do Harry Porther, não pelo Harry, mas por outras coisas que não vem ao caso.
Mas achei muito legal (calma, não posso dizer muito antes de ler… rs)

A princesa do baile da meia-noite

Infanto juvenil

Para meninas… :P

Sinopse: Rosa é uma das doze princesas forçadas a dançar noite após noite no reino de baixo. Elas foram vítimas de um feitiço que nenhum príncipe, até mesmo dos reinos mais distantes, consegue desvendar. A chave para quebrar o encanto, porém, está na força de um cavaleiro destemido e – claro – no amor verdadeiro. Mas será que ele conseguirá driblar todas as dificuldades que aparecerão em sua jornada para ajudar essa bela princesa e suas irmãs? Uma fantasia repleta de romance que encontrará lugar entre os fãs de contos de fadas, grandes heroínas e jovens heróis fortes, astutos e sensíveis.

Outro livro que praticamente tenho quase nenhuma informação, além do que está escrito na contra-capa… rs
Estava interessada em ler um romance, mas nada piegas como o costume, que uma moça pobre que se acha feia encontra um cara lindo e podre de rico que se apaixona por ela, e este livro me chamou atenção.

A proposta dele é apresentar um “principe encantado” não muito convencional e mais humano.
Agora só lendo pra saber se é mesmo tão bacana quanto parece. :)

Quer ler mais sobre o livro?
Veja aqui:

O mago

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infanto-juvenil, segundo livro de uma coleção de 6 :P

Sinopse:

O Mago – Os Segredos de Nicolau Flamel – Livro 02 – Michael Scott

Paris. Depois de fugir de Ojai, Nicolau, Sophie, Josh e Scatty chegam a Paris, a cidade das luzes. Lar de Nicolau Flamel. Só que essa chegada é tudo menos tranquila. Perenelle ainda está presa em Alcatraz e Paris está cheia de inimigos. Nicolau Machiavel, autor imortal e celebrado colecionador de artes está trabalhando para Dr. Dee. Ele está atraz deles e o tempo está acabando para Nicolau Flamel e Perenelle. Para cada dia que eles passam sem o “Livro de Abraão, O Mago” eles envelhecem um ano – sua mágica se torna fraca e seus corpos mais frágeis. Para Flamel, a Profecia está se tornando cada vez mais clara.
Já é tempo para Sophie aprender a segunda mágica elemental. A mágica do Fogo. E existe apenas um homen capaz de ensiná-la, um antigo estudante de Flamel: o conte de Saint-German – alquimista, mago e astro do rock. Josh e Sophie Newman são a única esperança do mundo – isso se eles não virarem contra o outro antes.
Nas mãos do Dr. John Dee e dos anciões sombrios o “Livro de Abraão, O Mago” pode significar a destruição do mundo como conhecemos. O livro mais poderoso de todos os tempos, que guarda o segredo da vida eterna, um segredo mais poderoso do que qualquer um que o homem possa ter. E Dr Dee está a duas páginas de distância do conhecimento que vai trazer aos anciões sombrios um poder infinito. O seu único obstáculo? Josh e Sophie Newman, que estão a milhas de distância.

(Sinopse provisória. Traduzido da sinopse original por Yasmin Carli, do blog Cultivando a Leitura. Fonte)

Deste livro eu nada podia falar, uma vez que nem informação tinha na contra-capa.
Mas, ao descobrir que faz parte de uma coleção de histórias, já me apaixonei. :P

Trata-se de uma história de fantasia baseada em tempos antigos, inspirada num personagem que já baseou muita história, desde literatura brasileira até novela das 8. :P

Esse vou ter que dar um tempo.
Gosto de ler histórias do início, e eu não achei o primeiro volume… rs

sobre a série toda, veja aqui

Coelhoberto Pascoal – Os Guardiões

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juvenil

Sinopse: Depois de Nicolau São Norte, primeiro livro da bem-sucedida série Os Guardiões da Infância, que deu origem ao filme A origem dos Guardiões, William Joyce dá vida (e que vida!) a mais um ícone da infância em Coelhoberto Pascoal e os ovos guerreiros no centro da Terra. Com sua imaginação sem limites, Joyce transforma o bom e velho coelho da Páscoa num Guardião muito especial dos sonhos das crianças. Afinal, além de fazer os mais deliciosos chocolates, Coelhoberto Pascoal é capaz de cruzar a galáxia num segundo e, com seus ovos guerreiros, ele pode finalmente pôr um fim na batalha contra o Rei dos Pesadelos.

Leia mais aqui: O Livreiro

Outra série de livros, no caso, esmiuçando personagem à personagem da história “A Origem dos Guardiões” que virou desenho da Disney.
O desenho eu não assisti, mas gosto de livros infantis, e de todos os personagens, só gostei do volume 2 que fala do coelho. :P

Fablehaven

Fantasia

Para meninos :P

A terra das criaturas mágicas.

Este é um livro infanto-juvenil, mas mais daquele tipo que meninos gostam de ler.
Não tem romance, nem fadas, nem coisas fofas, mas é cheio de coisas nojentas, feias e asusstadoras, porém, inofensivas (será? rs)

Li a contracapa e me apaixonei.
Gosto de livros assim, pq me lembro dos livros que meu pai comprava pra mim. :)

Mais um livro de coleção :D

Fablehaven é o lar de uma grande variedade de criaturas mágicas. Tendo seres de luz, como fadas, ninfas, sátiros e centauros, e das trevas, como trolls, goblins, ogres, duendes, demônios e alguns vivem na preservação. Um tratado mágico protege todas as criaturas, incluindo os seres humanos dentro das fronteiras da preservação. Enquanto as leis do tratado são cumpridas, os seres humanos e seres mágicos estarão seguros. Vovô Sorensen explica para Kendra e Seth que algumas criaturas são úteis, como Hugo golem, e alguns são travessos, mas brincalhões, como os sátiros. Mas ele adverte que nenhum deles é bom na nossa maneira de pensar de ser bom, e muitos deles são perigosos e vão matá-los se quiserem.

Sinopse: Enquanto seus pais viajam num cruzeiro pela Escandinávia, os irmãos Kendra e Seth, de 13 e 11 anos, respectivamente, vão passar férias na casa dos avós Sorenson, com quem quase nunca tinham estado. Mal podiam se lembrar de haver passado algum tempo com eles, a não ser em visitas pouco frequentes e breves demais para que surgisse algum laço verdadeiro. Kendra sabia que a avó havia lecionado história em alguma faculdade e que ele havia viajado muito, tocando um pequeno negócio de importação. Moravam numa propriedade herdada na época em que seus pais se casaram.
Ao chegar à fazenda, encontram o avô sozinho, já que a avó está “misteriosamente” desaparecida. Lá, conhecem ainda os estranhos caseiros Dale e Lena. A casa é velha, mas grande e em bom estado de conservação, com um resplandecente jardim florido. Kendra e Seth se hospedam no sótão, uma alegre sala de jogos, espaçosa, limpa e bem iluminada, repleta de brinquedos antigos e curiosos. Para mantê-los ocupados, o avô passa uma missão aos meninos: desvendar a utilização de seis misteriosas chaves e um diário com três fechaduras. E uma única recomendação: que eles não entrem na floresta em volta da casa nem se aproximem do estábulo, em hipótese alguma.
Durante séculos, criaturas místicas foram reunidas em um refúgio oculto chamado Fablehaven, um verdadeiro santuário que existe para impedir a extinção de gnomos, fadas, bruxas e todo tipo de seres encantados, cercado e protegido por leis ancestrais. Kendra e Seth não imaginam que seu avô é o atual administrador desta floresta mágica.
A floresta é cercada e protegida por leis antigas, que mantêm a ordem entre trolls gananciosos, sátiros maliciosos, bruxas conspiradoras, diabretes rancorosos e fadas ciumentas. Mas quando as regras são quebradas, as consequências são inevitáveis. Kendra e Seth terão, então, que enfrentar os maiores desafios de suas vidas, como combater uma bruxa diabólica e um poderoso demônio para preservar a região e impedir que a praga que transforma criaturas da luz em criaturas da escuridão se dissemine.

Sobre os demais livros: AQUI

Leia mais sobre o livro aqui: Livros em Série

O aprendiz do ladrão de túmulos

infanto juvenil

infanto juvenil

Sinopse: Neste livro, os leitores serão convidados a viver uma grande e divertida aventura, mergulhando nas profundezas da grande floresta, descendo uma montanha em alta velocidade a bordo de um caixão e caminhando pelas passagens secretas do palácio do arquiduque. O universo de O aprendiz de ladrão de túmulos, do premiado escritor canadense Allan Stratton, é habituado por bandoleiros, eremitas e ursos bailarinos; e por um garoto separado de sua família pelo mar. Nesse mundo, nada é impossível: com um pouco de sorte e muita imaginação – até para um aprendiz de ladrão de túmulos

Artigos legais que achei na internet:

No mundo dos livros

Brincando com Livros

Então é isso…. :)
Livros e cinema são a minha maior diversão.
Recomendo. :)

Recomendo…

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Estou há meses sem publicar nada neste blog.
Não por falta de assunto ou da ação, na verdade aconteceram infinitas coisas, mas conforme acumulavam, mais preguiça eu tinha de escrever… rs

Bem, pra colocar o assunto atrasado em dia, quero atualizar sobre minhas visitas ao cinema.

Recomendo todos estes filmes, e, quem ainda não viu, se puder, assista porque vale a pena.

Em ordem cronológica, quero começar com o último filme da Saga Crepúsculo.

Não sei se quem leu todos os livros teve a mesma sensação ou opinião que eu, mas fiquei mega frustrada ao ler a segunda parte do último livro.
Um saco.
Podia ser infinitamente melhor, mas foi parado, monótono, e com um desfecho pobre, então, eu não esperava muito do filme, uma vez que estava bem decepcionada com o livro e a cultura popular de leitores diz que: “o livro é melhor que o filme” – daí eu pensei: Jesus….
Enfim…

O filme me surpreendeu, ainda mais pq tinha ido só pq a curiosidade me consumia.

Poster que todo mundo gosta

Poster que todo mundo gosta

Poster que eu prefiro :P

Poster que eu prefiro :P

Nem tudo foi flores, pq da mesma forma como a escritora errou feio em falar do Brasil sem conhecer de verdade, na hora que fez o filme deu outros tipos de gafes que ficaram ainda pior, como por exemplo:

Algumas gafes não escaparam... Pra começar, desde quando índios brasileiros da amazônia são negros?

Algumas gafes não escaparam… Pra começar, desde quando índios brasileiros da amazônia são negros?

Até passaria como brasileira, mas não como indígena nativa da Amazônia... #pufavô

Até passaria como brasileira, mas não como indígena nativa da Amazônia… #pufavô

Se não fosse suficientemente NADAHAVER índias amazonenses seram de etnia afrodescendente, uma vez que são nativas da região e tribo, possuem quase 2 metros de altura... O.O

Se não fosse suficientemente NADAHAVER índias amazonenses seram de etnia afrodescendente, uma vez que são nativas da região e tribo, possuem quase 2 metros de altura… O.O

Mas algumas coisas foram deixadas de lado, como aquele romance meloso vampiresco, com aquela tensão sexual de fundo com atores procurando interpretar personagens que no livro são inexpressivos;
Deve ser um verdadeiro desafio pra um cara fazer uma cena que está morto de felicidade, mas no livro diz que seu rosto nada mudava.
Acabou levando a culpa de ser emo… pobre Eduard… rs

Tiveram personagens novos, e alguns foram bem escolhidos, como este:

Nem tudo é tão mau... olha só este homem, que visão do paraíso... rs

Nem tudo é tão mau… olha só este homem, que visão do paraíso… rs

Como todo nerd que lê uma saga pra depois assisti-la no cinema, vc fica esperando os diálogos, os fatos… tudo de acordo com o que você leu, e, sinceramente, até hoje isso só aconteceu de forma fiel, na primeira temporada de “The Game of Thrones” – sim eu assisti, mas depois eu falo disso.

Resumindo: o filme nada tem haver com o livro.
Meio que foi uma realidade paralela como se eles tivessem ultrapassado para uma realidade alternativa.
Além de ter muita ação e gente morrendo decapitada e queimada. rs
Escatológico. :P

Ação e pancadaria... nem pareceu filme de mocinha apaixonada... rs

Ação e pancadaria… nem pareceu filme de mocinha apaixonada… rs

A esta altura do campeonato, não deve ter em nenhum cinema (ao menos aqui em São Paulo) passando, mas se já tiver na locadora (nossa, será que ainda tem gente que aluga filme em locadora??) ou sei lá, canal pago ou algum cadastro nestes sites que passam filmes, assista.

Próximo filme:

Oz Mágico e Poderoso

Um dos diversos Posters do filme

Um dos diversos Posters do filme

Sinopse:

Filme de Sam Raimi, a história passa-se antes dos acontecimentos de 1939 do filme e do livro original. Oz (James Franco) é o dono de um circo mambembe, que tem uma ética um tanto quanto questionável. Transportado para um mundo mágico e desconhecido, ele precisa lidar com a batalha entre três bruxas locais: Theodora (Mila Kunis), Evanora (Rachel Weisz) e Glinda (Michelle Williams). Prelúdio de O Mágico de Oz (1939) e dirigido por Sam Raimi (trilogia Homem-Aranha).

Observações sobre o filme:

Cenografia fielmente seguida

Cenografia fielmente seguida

Em 2010, Joe Roth, produtor de Alice no País das Maravilhas, fez uma proposta ao presidente de produção da Walt Disney, Sean Bailey, a sua intenção era de adaptar a história do romance The Wonderful Wizard of Oz, de L. Frank Baum. A ideia de Roth era criar uma adaptação do famoso filme The Wizard of Oz, de 1939, focalizando na história passada do protagonista, o Mágico e a sua chegada na cidade de Oz, onde ele era um assistente charlatão.
Antes de Sam Raimi assinar o contrato para dirigir o filme, os diretores Sam Mendes e Adam Shankman também foram relatados para ser os melhores candidatos.
O roteiro foi escrito por Mitchell Kapner e David Lindsay com Joe Roth servindo como produtor. O diretor Sam Raimi afirmou que o roterista Kapner tinha usado informações da serie de livro Oz de L. Frank Baum, mas o filme também foi baseado no enredo do filme The Wizard of Oz, de 1939. De acordo com um repórter do jornal Deadline Hollywood, a Disney queria reduzir o orçamento de produção do filme para cerca de 200 milhões.

Impressões:

Primeiro a fotografia que foi a mais fantástica que eu vi ultimamente.
Assisti assim que lançou no cinema, de tanta que era a minha vontade de ver, ainda mais porque “O Mágico de Oz” praticamente marcou minha infância… E, na boa, que mulher que nunca desejou o sapato da Dorothy? #todasquer

A história na verdade também nada tem haver com o original, da década de 30, que na verdade nada mais é do que a iniciação de Dorothy à bruxaria. Sabia disso?
Eu nem desconfiava, mas este novo filme de deixou tão intrigada com as “explicações” de como por exemplo Oz foi parar alí, porque a bruxa má se tornou má (aliás, foi justamente a personagem que eu mais amei nesta nova versão e fiquei indignada com o que houve com ela, o que me levou a pesquisar a fundo a história original de descobrir coisas que não sabia)

A bruxa do leste e o mágico golpista

A bruxa do leste e o mágico golpista

A bruxa do Norte

A bruxa do Norte

A bruxa do oeste (minha preferida)

A bruxa do oeste (minha preferida)

Foi criada outra personagem para a bruxa do oeste. e a nova é bem melhor

Foi criada outra personagem para a bruxa do oeste. e a nova é bem melhor

Na história original, a Bruxa do Oeste é a responsável pelo “insight” de Dorothy.
Ela representa um personagem “mau” mas de acordo com a narrativa do livro, é uma das pessoas mais necessárias para que o enredo deslanche e a Dorothy tenha o seu aprendizado.

Na nova versão, ela é mais carismática, passional, inocente, e no final das contas é sacaneada e se dá muito mau.
Dá uma impressão que o mágico era apaixonado por ela e queria que tivesse um retorno pra sua condição ruim, ou então é tão canalha que se sentiu culpado com o que houve com a pobre, e queria se passar de bonzinho.
Seja como for, é a personagem mais legal da história, mesmo ficando verde e com uma cara estranha. :P

Fiz um artigo sobre a história original e alguns conceitos que trata, incluindo a própria biografia do autor, mas não publiquei.
É apenas por curiosidade, tem bastante informação, mas resolvi guardar para algum momento oportuno, que seja mais útil explanar sobre minhas pesquisas de gente atoa… rs

Próximo filme:

Vai que dá certo

Cartaz do filme

Cartaz do filme

Sinopse: A história narra o reencontro de cinco amigos de adolescência que compartilham a frustração de não terem alcançado o sucesso que projetaram para suas vidas. A possibilidade de recuperar o tempo perdido surge através de uma tentadora e arriscada proposta: o assalto a uma transportadora de valores. O crime (quase) perfeito que prometia transformar suas trajetórias cumpre o seu propósito mas não exatamente como planejaram

Impressões:

Comecei me identificando, se não fosse por mim mesma, era de lembrar meus amigos de faculdade, muito parecidos com os personagens da história, inclusive nas conversas.
Um exemplo destas conversas de amigos de faculdade, é quando dois personagens gastam o maior tempo e neurônios pra decidir quem era mais incrível: James Bond ou o Batman… rs

Crise que todo mundo passa quando está na casa dos trinta: não era assim que eu me imaginava

Crise que todo mundo passa quando está na casa dos trinta: não era assim que eu me imaginava

Quem nunca se sentiu assim, pode até querer atirar a primeira pedra, mas eu não recomendo.
Uma coisa é verdade, não levada assim tão ao extremo como no filme, mas quando vc entra em desespero, é capaz de fazer coisas insanas…

O filme é muito engraçado e na minha opinião o que mais vale a pena são os diálogos.

Amigos loucos sempre arrumam uma amiga louca pra participar da bagunça

Amigos loucos sempre arrumam uma amiga louca pra participar da bagunça

Até que em fim, um são-paulino... rs

Até que em fim, um são-paulino… rs

Um enredo fantástico, mesmo sendo muito besta, diálogos divertidíssimos mesmo sendo ainda mais bestas.
Enfim, um filme muito besta mas que vale mesmo a pena ser assistido. :P

A Hospedeira

Cartaz do filme

Cartaz do filme

Sinopse: A fome e a violência foram erradicadas da Terra, bem como os problemas climáticos do planeta foram resolvidos. Estes feitos foram conquistados graças aos seres alienígenas conhecidos como almas, que ocupam corpos humanos como se fossem parasitas. Pregando uma sociedade baseada na paz, as almas perseguem os poucos humanos que ainda não foram dominados. Um deles é Melanie Stryder (Saoirse Ronan), que se sacrifica para que o irmão caçula, Jamie (Chandler Canterbury), possa escapar. Melanie passa a ser dominada por uma alma chamada Peregrina, que tem por missão vasculhar suas memórias para encontrar rastros de outros humanos. Entretanto, a consciência de Melanie ainda está viva dentro do corpo, o que faz com que Peregrina tenha que lidar com ela constantemente. Com o tempo, a alma fica cada vez mais fascinada com a vida e os sentimentos que Melanie tinha e passa a protegê-la de Buscadora (Diane Kruger), que deseja capturar seus amigos humanos o quanto antes.

Trailer:

Impressões:

Cara, para uma pessoa cristã que lê este enredo, fica bastante ressabiado.
Pensa na hora: “credo… satanás” rs
Sério. Eu pensei isso. :P

Ando muito na vibe de ver filmes de alienígenas, e como já li antes livros desta autora, posso afirmar que ela tem uma capacidade imaginativa muito grande pra recriar completas novidades sobre coisas comuns.
Pq é comum vc ver história de vampiros, lobisomens, e alienígenas…

Eu ia escrever um MONTE de spoillers, mas fiquei com preguiça.
Achei uma página na internet que reúne muitos spoillers, e pra quem quiser, está aki:

E o último:

Oblivion

Cartaz do filme

Cartaz do filme

Sinopse: Jack Harper (Tom Cruise) é um dos últimos limpadores restantes na Terra. Ele é parte de uma grande força tarefa para extrair os recursos vitais, após décadas de guerras contra uma ameaça terrível conhecida como os Scavs. Tendo a missão quase finalizada e sempre vigiando os céus a metros de distância, sua vida é alterada radicalmente depois que ele salva uma mulher (Olga Kurylenko) em uma nave espacial que caiu. A chegada dessa mulher fará ele questionar tudo o que sabe, e o destino da humanidade é colocada em sua responsabilidade.

Trailer:

Música tema:

Impressões:

Este foi o último filme que assisti, que vai além do fantástico.

A princípio, eu não queria ver, por causa do Tom Cruize, nao acho ele assim, um bom ator, mas em papeis de ação, com poucas falas, e ainda mais estes hi-tech, são bacanas. Daí, eu já tava lá mesmo, assisti.

Está dentro destes filmes pós-apocalípticos, de invasão alienígena e destruição em massa da raça humana e tudo o mais.
Tem uma trilha sonora que. sozinha já vale o preço do ingresso.
A fotografia criada para o filme dá uma impressão de vastidão e isolamento que, só vendo pra vc entender do que estou falando.

Eis uma cena que foi responsável por terem comparado ele ao wall-e

Eis uma cena que foi responsável por terem comparado ele ao wall-e

Li a respeito do filme antes de asistir, mas, mesmo me intopindo de informação não foi a mesma coisa de ver, naves, batalhas, clones, áliens numa formatação não muito convencional e computadores de última geração.

Poderia escrever até amanhã sobre motivos pra assistir este filme, mas eu só daria spoillers… rs
Então, aproveita que ele ainda está no cinema, e vá assistir.

Sobre filmes é só por enquanto.
Agora eu preciso de dinheiro pra ir no cinema de novo… rs :P

Mais sobre o filme:

Inovação tecnológica, pra quê você serve???

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Estou há DIAS tentando alterar os modelos do meu blog.

Cacei informações aos montes na internet de como fazer isso, pq tanto o blogger quanto o wordpress decidiram mudar a forma de fazer algumas coisas.
Bem…
Tutoriais, também achei aos montes, mas, quem diz que ao ler eu consigo sintetizar para uma informação prática e passar para a prática?

No wordpress, cada ítem que vc pretende mudar, tem um zilhão de coisas que vc tem que fazer, e, mesmo eu tendo baixado arquivos e arquivos de tudo pronto, só pra colocar, quem foi que disse que eu consegui fazer qualquer alteração????

Pois é.

O Blogger sempre foi mais fácil pra alterar qq coisa.
Daí, algum “abençoado” resolveu alterar lá também.
Colocaram ordens diferentes pra fazer alterações, e junto com a complicação, vieram erros e erros que não adianta reportar ao Google Feedback, porque além deles JAMAIS responderem, NADA é resolvido.

Agora me responda: pra que alterar uma multidão de coisas?
O objetivo não é facilitar a vida do usuário?
Ou sei lá, dar mais ferramentas pra ele usar?
Supondo que a maioria das pessoas que usam este tipo de plataforma sejam leigos em programação, ou como no meu caso: o que sei está obsoleto, qual o objetivo do Blogger toda hora mudar coisas que não davam problemas? Pra dar problemas?
Porque não dá suporte?

Nem reclamo mais do WordPress, pq acho que o problema deve ser eu.

Acho que vou acabar desistindo de mudar a cara do meu blog.
O trabalho que dá não vale a pena.

Felicidade sem fim

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Não dá pra explicar a alegria que eu sinto de apesar de todas as coisas ruins da minha vida e tudo dando errado, poder dizer que mais um mês eu paguei meu apartamento.

Um monte de coisas estão sem pagar e minha vida financeira/profissional e tudo o mais tá um caos, mas não importa, pq eu paguei o meu apartamento, o banco, o telefone e a internet… rs

Acredito que o dia vai chegar em que não ficará nenhuma conta pendente.
Só espero que o dia chegue depressa… rs

Cinema de domingo

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Ontem fui no cinema com a minha irmã e a gente viu: “Meu namorado é um zumbi”

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Sinopse: Em um cenário pós-apocalíptico, o zumbi R (Nicholas Hoult) passa por uma crise existencial e criando laços de amizade com uma humana chamada Julie (Teresa Palmer), uma de suas vítimas por quem acaba se interessando amorosamente. O problema é que este relacionamento acaba causando uma reação em cadeia em outros mortos-vivos, mas o general Grigio (John Malkovich) não está interessado neste tipo de mudança e sim no total extermínio da ameaça zumbi.

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Cara, muito engraçado mesmo!
Zuado, sabe, mas foi leve e divertido.
Nada daquela tensão, monstros horríveis e a discussão de pano de fundo sobre o apocalipse e tals.

É uma comédia romântica, se é que dá pra chamar assim, com uma trilha sonora muito boa e muito velha pra um mundo pós-apocaliptico acometido de uma praga degenerativa.

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A mensagem do filme é que a solução para um mundo em caos é o amor.

Nada de casais sujos fazendo sexo, portanto, um filme livre pra todas as idades, pois trata de humanidade, família e amor.
Simples e singelo.
E também muito engraçado.
Eu recomendo, vale mesmo a pena. Quem puder ir assistir, não vai se arrpender.
As vezes é bom ver um filme sem compromisso.

A melhor descrição/comentário/matéria sobre o filme que encontrei foi no site do Omelete, que copio aki:

Meu-Namorado-e-um-Zumbi

Meu Namorado É um Zumbi (Warm Bodies, 2013), adaptação do livro Sangue Quente, de Isaac Marion, é o mais recente capítulo na história dessas intestinas criaturas. Nele, anteriormente motivados pela fome, “pela dor de estar morto”, os cadáveres renascidos agora enfrentam a nostalgia do passado vivente.

O filme é ambientado no pós-apocalípse zumbi, quando os últimos humanos refugiaram-se em uma cidade murada. Liderados pelo competente general Grigio (John Malkovich), os sobreviventes realizam diversas missões exteriores, com o intuito de coletar comida e medicamentos. Os mortos-vivos são a grande ameaça… mas eles não se veem dessa maneira.

Um desses monstros, R (Nicholas Hoult), passa os dias arrastando-se por um aeroporto, introspectivo e contemplativo. Quando a fome bate, caminha até a cidade em busca de cérebros frescos, ao lado de seus companheiros. Em uma dessas incursões faz uma amizade improvável com uma humana, a namorada (Teresa Palmer) de uma de suas vítimas.

O romance é um curioso amálgama de gêneros. R é uma defunta mistura de Wall-E, Romeu e vampiro Edward. Mas a ideia não é tão absurda quanto parece. Sob a direção interessada de Jonathan Levine, Hoult dá uma certa comicidade à existência zumbi que funciona como uma paródia bem-vinda em tempos de overdose dessas criaturas. O romance é contido, sem a pieguice de um Crepúsculo (fora uma ou outra cena de raio-x no coração…), e pontuado com sequências de ação razoáveis, tornando Meu Namorado é um Zumbi uma experiência suportável, simpática até, perto de outras produções semelhantes.

O sentimento nostálgico, por sua vez, soa forçado. O zumbi R prefere vinil a digital (sim, ele ouve música e gosta de Bob Dylan), “pelo som mais vivo”. É uma ideia um tanto irônica se considerarmos a deturpação – a modernização homogeneizada, em busca da geração “crepuscular” – que o próprio filme oferece do mito do morto-vivo. De qualquer maneira, qualquer filme que apresente Bob Dylan à deficitária de atenção geração Z, irônico ou não, merece respeito.

Fonte: http://omelete.uol.com.br/sangue-quente-warm-bodies/cinema/meu-namorado-e-um-zumbi-critica/

O Trailer:

Meu namorado é um zumbi

Veja mais aki: http://www.sidneyrezende.com/noticia/200164+%E2%80%98meu+namorado+e+um+zumbi%E2%80%99+producao+despretensiosa+e+muito+divertida

Outro filme legal no mesmo estilo:

Fido, o mascote

Fido o mascote

sinopse: Há muitos anos a Terra passou por uma nuvem de poeira espacial, o que fez com que os mortos retornassem com uma insaciável fome por carne humana. A situação é alarmante em todo o planeta, até ser inventada pela ZomCon uma coleira que faz com que os zumbis se tornem dóceis. Graças a esta invenção os zumbis puderam ser jardineiros, leiteiros e até mesmo animais de estimação. A ZomCon quer que todos acreditem que os zumbis estão sob controle, mas Timmy Robinson (K’Sun Ray) não acredita nisto. Desconfiado e isolado, Timmy fica tanto tempo em seu quarto que até seus pais se esquecem dele. Quando sua mãe (Carrie-Anne Moss) compra um zumbi para ajudá-la em casa ele logo passa a vê-lo com desconfiança. Mas, após o zumbi salvá-lo dos garotos que sempre o perseguiam, nasce uma amizade entre eles e Timmy passa a chamá-lo de Fido (Billy Connolly).

Bom filme!
:)

Restauro de obras

Partindo do princípio que somos a obra prima de toda a criação, podendo-nos comparar às obras de arte belas, espantosas e extraordinárias de grandes artistas, sejam pintores, escultores, músicos, poetas e afins, toda a arte produzida se deteriora com o passar do tempo.

Não só as obras executadas, mas as sonhadas e planejadas, que, se não forem destruída por agentes externos, como cito o: desencorajamento, falta de recursos, gente má e invejosa cujo prazer é destruir a alegria alheia, se passar muito tempo sendo um mero sonho sem sair do imaginário para o concreto, ele se deteriora dentro da gente como um quadro de craquela, amarela, escurece e embaça.

Na época em que eu fazia meu TCC na faculdade (à 4 anos atrás) aliás, meu tema era a respeito de obras de arte e a logistica que envolve uma exposição periódica fiz meu estudo de caso na Bienal da Arte de São Paulo.

Devo dizer que, o maior desafio que enfrentei em toda a execussão do meu trabalho foi tentar falar com a responsável que estava presente naquele momento pela bienal com o intuito de obter uma conversa decente.
Uma mulher amarga, azeda, mau-humorada, absurdamente grosseira, seca e ríspida. Um amor de ser humano, né?
Além de não responder nenhuma pergunta, as poucas coisas que falava com nitida expressão que estava sendo obrigada a dizer, era tão mau respondido, tão mau feito, que mais trazia confusão do que entendimento.
Que mulherzinha infeliz! Mas graças a Deus só precisei falar com ela uma única vez.

Na minha exploração seguinte (pq eu tinha que obter a autorização dela para prosseguir – aliás, era pra eu ter entrevistado ela, mas vi ser uma tarefa impossível) passei por diversas áreas do prédio localizado dentro do parque do Ibirapuera e passava alguns períodos contemplativos pelo parque antes e depois das minhas visitas pelo museu para o andamento do meu estudo de caso… enfim, voltando ao assunto… rs, na exploração seguinte, passei por uma área onde encontrava-se o arquivo e era feito o trabalho de restauro de obras.

No momento em que eu estava indo lá, restauravam um quadro enorme, que não pude ver qual era, e pra não atrapalhar ninguém, uma vez que era um trabalho minuncioso, que exigia muita concentração dos restauradores para não danificar a obra, não fiz nenhuma pergunta, aliás, nem barulho podia se fazer ali.

As moças estavam com luvas de latex nas mãos e com outros produtos para fazer uma limpeza na escuridão e manchas do tempo no quadro, para repintar algumas partes para reveficar algumas cores, depois diluir mais um pouco do material de limpeza no quadro, para retocar novamente e assim ir até que tdo o quadro estivesse restaurado a ponto de parecer que tinha acabado de ser pintado.

Se o quadro falasse, certamente ao ser tirado da parede ou do depósito onde jazia, sentiria medo do que poderia acontecer com ele. Pessoas estranhas, que ele não conhece, virem passar diluentes no seu conteúdo para tirar a sujeira, mas que ao mesmo tempo podia apagar algum desenho ou detalhe no processo de restaração.

Talvez o quadro reclamasse, se repelasse, fujisse…
Ah, se o quadro tivesse vontade própria!!! rs
E se o quadro pintasse outros quadros? E se ele escrevesse livros, ou construísse casas… ou tivesse sonhos?
Ignorando a própria deterioração do tempo e do meio, das idas e vindas, apenas seguisse o curso de sua existência, até não passar nada mais de ser um borrão…
Daí, alguém viesse restaura-lo…
Tiraria-o do seu confortável para limpar toda a sujeira, resíduo, degradação, para com compostos novos de tinta, não àquela tinta original, mas outra tinta, e diluentes, estopas, algodões, tecidos, removedores, fixadores, para mexer na sua escuridão afim de lembrar a ele mesmo quem ele é.

Se o quadro tivesse vida própria, reclamando ou não, independente do seu temperamento, ele certamente sentiria muito medo.
Medo de ser destruído.

Mas é pq ele não sabe, que o restaurador ama tanto a obra, que preferiria morrer do que destruí-la. Antes, prefere limpa-la, repinta-la, concerta-la, para que volte com explendor para as paredes temáticas de exposições.
Saír do depósito escuro, onde tudo é escuro, e ninguém encherga a sua escuridão, para brilhar em cores e esplendor em exposições de arte para que muitas plateias venham se maravilhar com a sua beleza.

Beleza que alguém pintou.
Beleza que o tempo deteriorou.
Beeza que praretornar, precisa ser restaurada.

Voltando ao princípio de que podemos nos comparar ao quadro, e que, neste caso temos vontade própria, temos sonhos e anseios, fazemos muitas coisas durante nossa vida, da mesma forma no deterioramos pelos caminhos.

Escurecemos, nos desmanchamos, nos manchamos, perdemos o cheiro de tinta nova, para adquirir cheiro de mofo, cheiro de morte.
Nossos sonhos se perdem, nossos fracassos nos desanimam, e de repente, quando a gente persebe, estamos embalados num galpão escuro onde nada mais importa.

Daí, neste triste e fúnebre momento da nossa vida, alguém vai nos cutucar e mexer naquilo que estava parado, morto, esquecido… e descobre que somos uma obra de arte.
E nos carrega para outro lugar, afim de sermos desnudados e restaurados.
Desmanchar as crostas que protegiam nossa identidade e retocar com cores o que tinha desaparecido a tanto tempo que nem lembravamos mais.

A boa coisa, é que: não é aquela pessoa que possui o acesso ou a qualificação de restaurar quem eu sou e me colocar novamente diante da plateia.
Pq, nos casos de museus, os artistas originais morreram a muito tempo, e viraram pó. Precisando virem pessoas estranhas dispostas a dar suas vidas para repintar estas obras.
No nosso caso, mesmo que de tão deteriorado a gente precise de uma pessoa nos carregar até a sala de restauro, o próprio criador está alí pra refazer o que o tempo desfez.

O criador, preferiu morrer do que me destuir.
Mas ele é tão magnifico e virtuoso, que nem a morte pode o impedir de voltar para me tirar da escuridão e me restaurar.
Mas eu tenho medo.
O que vai ser de mim agora?
Como deixar Ele apagar as manchas e revelar as cores que estão embaixo?
Como será deixa-Lo repintar com novas tintas?

Bem, uma coisa posso dizer: foi Ele mesmo quem me inventou. Não saberia Ele mesmo como me restaurar?
Não saberia Ele, onde embaixo de toda aquela mancha estão escondidos os detalhes?
Outra pessoa certamente não saberia. As vezes nem eu sei, pq não me lembro mais, ou nunca me dei conta… Mas, quem pintou o quadro, sabe o que pintou.

Sei que só precisa de restauro o que foi danificado.
Incluindo eu mesma, meus sonhos, meus projetos e planos, e minhas obras.
Pq a gente se perde mesmo no caminho. Acho que é normal do ser humano.
A gente se abate com as pessoas que nos fere. A gente se frustra com coisas que planejamos tão perfeitamente e não vão pra frente. A gente perde o foco quando a empolgação passa.
Danificado.
Num meio de um monte de outros quadros igualmente danificados. Escuros no meio do escuro.

Mas Jesus é a estrela da manhã.
E, além de ter sido Ele mesmo quem me criou, é o melhor capacitado para me restaurar. Porque Ele pode e nem a morte o pode impedir.

Da mesma forma como olhamos para as obras de grandes artistas e glorificamos o artista por meio de sua obra, que todos que me vejam glorifiquem a Deus, por seu talento sem igual de fazer o mesmo quadro quantas vezes se fizer necessário.

Um presente perfeito… :)

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Eu queria uma câmera fotográfica boa, como a que eu tinha e perderam.

Pensei em diversas opções, mas, nenhuma de fato me chamou atenção.
Até ver esta aqui:

instagram-socialmatic-camera

instagram-socialmatic-camera-8

Mas pra comprar uma dessas só se eu ganhasse na loteria, né? rs
Não deve ser muito caro, mas certamente não está no meu orçamento.
Mas sonhar não paga imposto nem gera fatura… :P

Hei!

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keep_calm_vo

Conselho que dou à mim mesma: não chore! Liga pra vó!
“Vó, posso ir aí?”

Casa da vó como meu vô dizia: ‘todo dia é festa’

Lá eu:

Posso me esconder do mundo...

Posso me esconder do mundo…

Ficar completamente a toa, aproveitando o silêncio mortal

Ficar completamente a toa, aproveitando o silêncio mortal

Assistir o que eu quiser na televisão sem ninguém mandar eu mudar de canal

Assistir o que eu quiser na televisão sem ninguém mandar eu mudar de canal

Pensar na vida

Pensar na vida

Porque as vezes preciso muito fazer isso, mas fora de lá eu não consigo…

comer coisas boas

comer coisas boas

e porcarias tb... rs

e porcarias tb… rs

Ficar no computador

Ficar no computador

fazer artesanato

fazer artesanato

ler ou estudar em paz

ler ou estudar em paz

Ouvir a música que eu quiser, mesmo que seja o silêncio puro

Ouvir a música que eu quiser, mesmo que seja o silêncio puro

Brincar ou fazer qq outra bobagem sem medo de me julgarem "querer parecer com idade que não tenho"

Brincar ou fazer qq outra bobagem sem medo de me julgarem “querer parecer com idade que não tenho”

Dormir até esquecer meu nome

Dormir até esquecer meu nome

Falar das minhas dúvidas, dos meus medos e conseguir um conselho decente

Falar das minhas dúvidas, dos meus medos e conseguir um conselho decente

Comer um docinho quando estou triste

Comer um docinho quando me sinto triste

Fechar os olhos para o mundo lá fora, com as contas, desemprego, mágoas e desentendimentos batendo na minha porta como um vento frio...

Fechar os olhos para o mundo lá fora, com as contas, desemprego, mágoas e desentendimentos batendo na minha porta como um vento frio…

E apenas aproveitar o dia, ver como o céu tá azul lá fora, e deixar o sol brilhar um pouco sobre mim...

E apenas aproveitar o dia, ver como o céu tá azul lá fora, e deixar o sol brilhar um pouco sobre mim…

Que bom que a minha vó tem telefone.
Na ligação é só uma ou duas frases, pedindo ou anunciando minha ida até lá.

Nem preciso ser a Alice, ou o Peter Pan, ou viver de fantasia.
A terra maravilhosa é num bairro bem alí… pertinho de casa… que, se meu pé não tivesse acidentado, daria até pra ir caminhando…

Onde os sonhos moram, pq eu os deixo alí, longe de mim… meu caminho é rude e perigoso. Não dá pra leva-los comigo…
Ficam lá, pra quando eu precisar dormir de novo, descansar de novo, criar de novo, acreditar outra vez.
Meu mundo de faz de conta escondido na realidade.
Onde posso fingir que sou uma pessoa normal, com uma vida comum, com uma família feliz…

Enquanto ela viver, alí ficarão, me esperando voltar e sonhar com eles mais uma vez.
Um lugar pra acreditar que vai dar tudo certo no final.

Amo vc, vovozinha! :3

Amo vc, vovozinha! :3

Coisas bestas que irritam

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Minha irma tem uma diversão particular de vir até nós pra dizer que irá pintar o cabelo e começa a dizer diversas cores (algumas comuns, outras estrambólicas) só pra ver a gente contorcendo de stress imaginando o cabelo dela caindo todo.

No final, ela nem pinta o cabelo…

Não me irrito mais com estes costumes, mas percebi que tem uma outra coisa idiota que sempre me irritou desde a mais tenra idade que é minha família pintando as paredes.

Não pelo fato de eu ter alergia à tintas, pq até que hj em dia possuem tintas sem querosene, e outros materiais pesados e prejudiciais à saúde, hj tem as solúveis em água e tals… Mas é a escolha de cores.

Fico mesmo irritadíssima com as cores que escolhem pintar as paredes, uma de cada cor, ou misturas do tipo: amarelo-próprio-sol, lilás, verde…
Putz… verde…

Quem me conhece, sabe o quanto que eu gosto de verde.
Mas não nas paredes internas de uma casa.
Ou sei lá…

puro stress e nem é da minha conta.
A casa não á minha, o dinheiro da tinta tb não é meu, mas sei lá porque, me irrita ao extremo ver as paredes uma de cada cor, ou o quarto de dormir com cores berrantes ou vibrantes.
Talvez pq preciso da paz e tranquilidade para dormir e amarelo ou verde-claro-azulado-vibrante, costuma me manter acordada.

Gente, o que aconteceu com a tinta branca???
Não existe criança há muito tempo e cismam em pintar as paredes com estas cores berrantes, cada parede de uma cor…

Ouvi dizer que inventaram uma tinta que, se alguma criança pentelha rabiscar as paredes, é só passar um pano molhado com sabão, que sai tudo…
Vou pesquisar pra saber se tem em tons pastéis ou em branco mesmo.
Não quero esta papagaiada no meu apartamento.

Arte e fofuras

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encontrei numa das minhas sapeadas sem compromisso na internet, um trabalho feito com feltro 100% lã queachei muito lindo…

Trata-se de um arranjo de flores em forma de coração, que na publicação referia-se à buquê de noiva.

Bem, eu não usaria ele para este fim e nem acho muito com cara de casamentos, mas acho que ficaria extraordinário decorando a sala do meu apartamento…

Só compartilhando, aqui está a foto/tutorial do arranjo artesanal.

E, faça vc mesmo! :P

Eu vejo flores em você! :)

Eu vejo flores em você! :)

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