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Eu falava e falava…
Sem me notar, a Nataly suava…
Ela torcia os lábios enveterada para as direções que pretendia que seu personagem avançasse.
Entre socos, chutes e pontapés (guiados por dedos mordidos pelos botões) parei de falar e espiei pra saber quem era o oponente da minha irmã, já que ela estava tão concentrada…
Eu disse:
“Ah… vc tá batendo num ursinho…”
Ela me respondeu:
“Não é um ursinho. É um panda… e ele é mau!”